quarta-feira, 25 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
10.000 VISUALIZAÇÕES
DIA MUNDIAL DO LIVRO
10.000 VISUALIZAÇÕES
23 de Abril - Dia Mundial do Livro
Feliz coincidência esta que no Dia Mundial do Livro o meu blog tenha atingido as 10.000 visualizações.
As duas minhas grandes paixões - a leitura e a fotografia - parece que se juntaram para festejar este número tão redondo de visitas ao meu cantinho da blogesfera
.
É muito encorajador verificar que em tão poucos meses pessoas de 45 países dos cinco continentes já passaram por aqui.
O blog tem servido para publicar aquilo que o meu olhar tem captado "por aí".
É aqui que vou dando notícia das exposições de fotografia em que individualmente ou colectivamente tenho participado.
Tenho procurado dar a conhecer festas e/ou acontecimentos muito pouco conhecidos e que pelo "feedback" que recebi foram do agrado de quem me visita. Lembro por exemplo A Rapa das bestas de Sabucedo, O banho Santo de S.Bartolomeu e a Mezinha de S.Sebastião.
Um dos momentos mais marcantes para mim nestes meses de "blogueiro" foi quando o Rui Santos aceitou o meu desafio para escrever um texto sobre fotos minhas.
O resultado desta parceria é a publicação "Uma Foto, Uma Leitura" que com regularidade venho publicando.
O Rui Santos é um jovem a quem auguro um futuro brilhante na área da escrita.É para mim muito gratificante tê-lo a escrever sobre as minhas fotos.
Obrigado Rui.
Obrigado a todos pelo carinho que me têm demonstrado.
António Tedim
10.000 VISUALIZAÇÕES
23 de Abril - Dia Mundial do Livro
Feliz coincidência esta que no Dia Mundial do Livro o meu blog tenha atingido as 10.000 visualizações.
As duas minhas grandes paixões - a leitura e a fotografia - parece que se juntaram para festejar este número tão redondo de visitas ao meu cantinho da blogesfera
.
É muito encorajador verificar que em tão poucos meses pessoas de 45 países dos cinco continentes já passaram por aqui.
O blog tem servido para publicar aquilo que o meu olhar tem captado "por aí".
É aqui que vou dando notícia das exposições de fotografia em que individualmente ou colectivamente tenho participado.
Tenho procurado dar a conhecer festas e/ou acontecimentos muito pouco conhecidos e que pelo "feedback" que recebi foram do agrado de quem me visita. Lembro por exemplo A Rapa das bestas de Sabucedo, O banho Santo de S.Bartolomeu e a Mezinha de S.Sebastião.
Um dos momentos mais marcantes para mim nestes meses de "blogueiro" foi quando o Rui Santos aceitou o meu desafio para escrever um texto sobre fotos minhas.
O resultado desta parceria é a publicação "Uma Foto, Uma Leitura" que com regularidade venho publicando.
O Rui Santos é um jovem a quem auguro um futuro brilhante na área da escrita.É para mim muito gratificante tê-lo a escrever sobre as minhas fotos.
Obrigado Rui.
Obrigado a todos pelo carinho que me têm demonstrado.
António Tedim
segunda-feira, 23 de abril de 2012
UMA FOTO, UMA LEITURA
Em homenagem ao Dia Mundial do Livro aqui fica mais uma publicação "Uma Foto, Uma Leitura" uma parceria entre mim e o Rui Santos que escreve sobre fotos minhas
DEPOIS DA VIDA .... A VIDA
No alto deste monte verde fresco e frondescente, a casa fumegava pela chaminé o fumo da lareira em sincronia com cada inalação que saboreava com deleite no meu cachimbo, pairando no ar do alpendre uma nuvem com aroma doce, quase tão acolhedor como o calor que provinha do fogo. A passagem do inverno para a primavera provoca na natureza um período de ajuste, tornando os dias incaracterísticos, num limbo inebriante onde o sol começa a sua batalha para afastar o frio, cedendo delicada e alternadamente, até que, de forma gradual, torna a sua presença imponente e única.
A cadeira de baloiço de madeira velha - que tanto ansiei por ela - embala-me no ócio, de cachimbo na boca, pernas cobertas com a minha manta aos quadrados, e uma grafonola a projetar a voz inconfundível de Cole Porter que resiste no tempo e às crueldades que a agulha faz sempre que se passeia pelo LP, já não bastasse o ruído de fundo original do disco. Mesmo neste ambiente e cenário edénico, ainda tenho a tentação de olhar o horizonte para ver o sol a pôr-se, ainda vai alto, sobre a cidade - aquela cidade que me deixou partir para viver a vida depois da vida - como uma espécie de dependência a que ainda não consigo resistir. Rapidamente sou chamado para a minha ansiada realidade com o soar do apito da chaleira, a água ferveu. Nos finais de tarde, gostamos de ficar sentados neste nosso ninho a apreciar o vale de soberba variedade de árvores que agora começam a desabrochar, lentamente, a gozar cada folha nova que renasce, cada flor que dá cor, depois da nudez do inverno. O chá chega, a chávena quente deixa escapar um vapor que acaricia a minha cara enquanto beberico o roibos de olhos colados no olhar da minha mulher que sorri, naquele momento mágico em que o mundo somos só nós os dois, eu sou só dela e ela é só minha no meio do nada que nos enche de felicidade. Cole Porter parece que percebe a intimidade daquele momento e começa a cantar a balada I Am In Love, numa serenata improvisada, aproveitada para declararmos em silêncio o nosso amor.
Terminamos o chá, deixo o cachimbo, retiro a manta das pernas, levanto-me e estendo a mão à minha outra parte para dançarmos Lets Do It Lets Fall in Love. A música termina e continuamos agarrados a dançar, com os olhos a brilhar, ao som daquela música que só se ouve pelo coração.
Decidimos aproveitar o que resta daquele dia em que o Sol não cedeu para descermos do alto do monte, para um passeio de jovens apaixonados, até ao rio que fica junto ao princípio do vale, de mãos dadas fomos caminhando pela margem, os peixes e as espécies verdes bailavam na água, o cheiro fresco e limpo da verdura do chão, que delicadamente pisávamos, limpava a nossa alma complementada com a harmonia que preenchia aquele espaço. A meio, paramos e sentamo-nos na relva. Coloquei a manta aos quadrados sobre as nossas pernas e ficamos a apreciar a água do rio que passava sem parar.
terça-feira, 10 de abril de 2012
A MEZINHA DE S.SEBASTIÃO EM VILA GRANDE (DORNELAS)-BOTICAS (FOTOREPORTAGEM
Todos os anos no dia 20 de Janeiro, realiza-se aquela que é uma das mais importantes festas de cariz comunitário: A Mezinha de S.Sebastião ou a Festa das Papas como inicialmente era conhecida.As origens desta festa perdem-se no tempo, diz a memória popular que aquando das inavsões francesas, o povo de Vila Grande avistou os soldados a passar numa estrada, a estrada velha, perto da aldeia de Couto de Dornelas e sabendo que por onde passavam, saqueavam tudo, imploraram a protecção divina.
Pegaram na imagem de S.Sebastião, saíram com ele à rua, levaram-no até à torre da igreja e prometeram ao Santo que todos os anos realizariam uma festa em sua honra se as tropas não descessem até às aldeias.Eis que o milagre se deu, a tropas seguiram e o povo, agradecido,cumpriu a promessa.
A organização desta festa, refeição comunitária, está a cargo dos mordomos, inicialmente os 9 maiores lavradores da aldeia de Vila Grande, num sistema de rotatividade entre eles.São os mordomos, com a ajuda de familiares e amigos, que arranjam e preparam a comida servida na refeição comunitária composta por pão, carne e arroz.
Dada a dimensão desta festa tudo tem de ser preparado com muita antecedência.Por altura do Natal andam pelas casas das aldeias da freguesia a recolher os cereais (centeio e milho) para fazer as broas.
Em Janeiro recolhem os restantes donativos: carne de porco (essencialmente peito e queixadas) e dinheiro para comprar o arroz.
Além de procederem à recolha destes produtos arranjam lenha para cozerem as broas e para cozerem os alimentos e procedem à moagem dos cereais em dois moinhos locais.
A comida é confeccionada na "Casa do Santo" construida para o efeito.
Tem uma cozinha com uma lareira, um forno muito grande e uma sala para armazenar as broas.
Durante cinco dias e cinco noites cozem as centenas de broas que vão ser distribuidas no decorrer da festa.
No dia 19 à meia-noite acendem o lume na lareira da "Casa do Santo" à volta da qual dispôem 20 potes de ferro com a carne partida aos bocados a cozer.
No dia 20, assim que toca o sino para a missa, colocam-se os potes com o arroz a cozer.
Finda a missa, seguem em procissão com o Santo até à "Casa do Santo", onde o padre procede à benção do pão, da carne e do arroz.
Pode então iniciar-se a distribução da comida.
Na principal rua da aldeia , ao longo de centenas de metros estão colocados os bancos de madeira , cobertos com alvas tolhas de linho - a mesa - onde será colocada a comida .
Esta refeição é para todas as pessoas que a ela acorrem.Pratos e talheres cada um leva os seus, assim como a bebida para acompanhar tão salutares alimentos
Entretanto o mordomo percorre a mesa dando o S.Sebastião a beijar e recolhendo as dádivas que cada romeiro queira oferecer ao Santo.
Dizem que, por ser benzida, esta comida tem propriedades curativas, de tal forma que as broas podem-se guardar muito tempo que não criam bolor.Tais são os benefícios que lhe são atribuidos, que muitos são os que levam pedaços, sanão mesmo broas inteiras, para casa, para comer ou dar aos animais para que não padeçam de maleita nenhuma.
Um agradecimento especial ao Dinis M. Ponteira e ao Fernando Ribeiro da Associação de Fotografia Lumbudus de Chaves por me terem levado e guiado nesta festa.
Fotos - António Tedim
Fonte do texto - Portal do Folclore Portugês
quinta-feira, 5 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
2º PRÉMIO NO CONCURSO DE FOTOGRAFIA "PÃO,CONDUTO E CANTE"
Com esta foto a que dei o título "Prontos a servir" obtive o 2º prémio no Concurso de Fotografia "Pão,Conduto e Cante" promovido pela Câmara Municipal de Ourique.
EXPOSIÇÃO COLECTIVA DO GAFA "PORTUGAL DE LÉS-A-LÉS"
De 14 de Abril a 4 de Maio estará patente na galeria Porta 22 na Rua do Ferraz, 22 no Porto (transversal da Rua das Flores) a exposição colectiva do grupo GAFA "Portugal de Lés-A-Lés".Participo com duas fotos. A inauguração será no dia 14 de Abril às 16 Horas. Estão todos convidados.
terça-feira, 27 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
UMA FOTO, UMA LEITURA
Foto - António Tedim
Texto - Rui Santos (www.cognitare.blogspot.com)
PATEIRA DE FERMENTELOS
Texto - Rui Santos (www.cognitare.blogspot.com)
PATEIRA DE FERMENTELOS
O céu nublado neste tempo de outono toca, mais uma vez, nestas águas serenas de Fermentelos uma valsa que dança ao sabor do som da brisa que as sobrevoa, em harmonia com a tranquilidade da ordem e a utopia que só um lugar mágico pode proporcionar.
Na matina, onde orvalho ainda pousa sobre eles, os dois barcos que esperam de mãos dadas pelo levantar da neblina, aguardam por mais uma travessia, por mais uma oportunidade de deambular pela maior lagoa natural da Península Ibérica. Ainda é cedo, mas é a esta hora que chegam os timoneiros para cada um dos barcos, altura para largarem as mãos que deslizam até às pontas dos dedos numa carícia, e bailarem nas águas apaziguadoras da Pateira de Fermentelos.
A viagem inicia suavemente, de modo a não perturbar o cenário que ordena que tudo tenha o seu tempo, o seu espaço, a sua vivência. Remada atrás de remada deixando um lastro de ondulação que provoca a única agitação naquele habitat rico em fauna, flora e variadíssimas espécies aquáticas. As paragens vão-se sucedendo. Altura para usar a cana e atirar o isco à água e esperar que um peixe mais distraído se deixe enganar, ou não, é apenas uma desculpa para poder repousar e respirar o ar fresco que me limpa os pulmões e a minha alma. No casco, as vegetações verdes e o musgo acariciam o corpo do barco como parte integrante daquela biodiversidade. Tudo aqui funciona numa ligação única, onde todos somos uma parte do todo. Os peixes passeiam-se em liberdade, os patos aparecem a cada minuto que o dia clareia e no céu irrompem os pássaros que despertam para mais um dia no paraíso.
Olho em volta e vejo que estou abraçado pelas árvores que me envolvem, que me resguardam, aproximando-se umas das outras de modo a que nada que não pertença àquele lugar se atreva a interferir. A cana de pesca está no chão há bastante tempo. Esqueço-a e remo, lentamente, deixando-me levar por uma força que me atrai para o meio daquela espécie de templo onde a Natureza é imponente. Deixo o barco à deriva no pousio da água. Paro, pouso os remos e deixo-me levitar naquela calma, naquela paz onde se ouvem as rãs, o barulho do bater das asas dos pássaros, os patos, a brisa que abana as árvores e, ao invés do frio que se faz sentir neste outono, há um conforto que nos envolve e uma segurança que nos aquece.
Dormitei. Não sei se foram horas ou escassos minutos, só sei que me sinto rejuvenescido. Pego no remo e saio daquele refúgio entrando no esplendor da vista da lagoa. A cada remada sinto-me mais forte, mais calmo, mais seguro, cada remada que se segue é mais lenta de modo a que o regresso seja mais lento e, assim, mais revigorante. Chego ao meu destino. Olho mais uma vez em volta e fotografo tudo que posso na minha memória.
Chegada a hora da despedida, pego na cana que não utilizei, salto para água e volto a juntar os barcos. As suas mãos entrelaçam-se para mais uma dança, para mais uma noite, para mais uma espera, para mais um timoneiro que quer chegar pesado e sair a levitar.
quinta-feira, 15 de março de 2012
II International Exhibition Of Photography em Sulaymaniya - Iraq.
É pouco dizer que estou sensibilizado por fazer parte dos 13 fotógrafos portugueses e mais 54 excelentes fotógrafos de outros países convidados pelo Rui Pires para apresentarem os seus trabalhos nesta exposição organizada pela ONG LARSA no Kurdistão iraquiano.É muito honroso para mim estar ao lado de fotógrafos que me habituei a respeitar e é bem reconfortante poder ajudar quem tanto sofreu e continua a sofrer.
A exposição está neste momento na cidade de Sulaymaniya mo Kurdistão iraquiano onde, apesar da cidade estar bloqueada pela neve, nos informaram que já foi visitada por milhares de pessoas e tem sido um enorme sucesso.
O Ministério da Cultura Iraquiano informou-nos que depois desta cidade a exposição irá percorrer ao longo do ano várias cidades do Iraque:Bassorá, Bagdad, Anbar, Diwaniyah e terminará lá mais para o final do ano nas ruínas onde eram os jardins da Babilónia.
A exposição está neste momento na cidade de Sulaymaniya mo Kurdistão iraquiano onde, apesar da cidade estar bloqueada pela neve, nos informaram que já foi visitada por milhares de pessoas e tem sido um enorme sucesso.
No endereço abaixo encontram fotos da inauguração da exposição
http://mepc.me/index.php?option=com_content&view=article&id=135%3A2012-03-10-21-39-31&catid=121%3Alocal-and-global&Itemid=25
segunda-feira, 12 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
EXPOSIÇÃO "A RAPA DAS BESTAS" - FOTO 21 (ÚLTIMA)
O último acto da rapa: uma mão amiga "empurra" oa cavalos para os "seus" montes para mais um ano em que viverão em plena liberdade até à próxima rapa quando novamente os aldeões os irão buscar mantendo uma tradição com mais de 400 anos.
Durante este ano terão que providenciar sózinhos a alimentação, terão que se defender dos lobos e outros perigos, os poldros de hoje tornar-se-ão adultos, novos poldros nascerão, enfim a vida continua.
Com esta foto termino a publicação das fotos da exposição que se manterá até ao próximo dia 30 na Universidade de Trás-os Montes - Pólo de Chaves.
As muitas perguntas que me fizeram sobre a rapa deram-me a perceber que esta tradição galega era desconhecida de muita gente, pelo que volto a dar as indicações que vos permitirão assistir a esta festa:
Aldeia - Sabucedo
Concelho - A Estrada
Província - Pontevedra
Data - 1º fim de semana de Julho (6ª,Sábado,Domingo e 2ª feira)
Esta rapa de Sabucedo é a mais importante,pelas suas características que são únicas, mas existem a partir de Maio/Junho inúmeras rapas em várias aldeias da Galiza.No endereço abaixo encontram o calendário de algumas dessas rapas:
http://ocavaloemdestaque.blogspot.com/2011/01/rapa-das-bestas-calendario.html
Para quem gosta de fotografia estas festas são imperdíveis dada a sua espectacularidade e fotogenia.
Para quem não fôr motivado pela fotografia encontrará aqui um espectáculo que não vai esquecer.
Coloco-me à v/ disposição para qualquer esclarecimento complementar que eventualmente necessitem.
Durante este ano terão que providenciar sózinhos a alimentação, terão que se defender dos lobos e outros perigos, os poldros de hoje tornar-se-ão adultos, novos poldros nascerão, enfim a vida continua.
Com esta foto termino a publicação das fotos da exposição que se manterá até ao próximo dia 30 na Universidade de Trás-os Montes - Pólo de Chaves.
As muitas perguntas que me fizeram sobre a rapa deram-me a perceber que esta tradição galega era desconhecida de muita gente, pelo que volto a dar as indicações que vos permitirão assistir a esta festa:
Aldeia - Sabucedo
Concelho - A Estrada
Província - Pontevedra
Data - 1º fim de semana de Julho (6ª,Sábado,Domingo e 2ª feira)
Esta rapa de Sabucedo é a mais importante,pelas suas características que são únicas, mas existem a partir de Maio/Junho inúmeras rapas em várias aldeias da Galiza.No endereço abaixo encontram o calendário de algumas dessas rapas:
http://ocavaloemdestaque.blogspot.com/2011/01/rapa-das-bestas-calendario.html
Para quem gosta de fotografia estas festas são imperdíveis dada a sua espectacularidade e fotogenia.
Para quem não fôr motivado pela fotografia encontrará aqui um espectáculo que não vai esquecer.
Coloco-me à v/ disposição para qualquer esclarecimento complementar que eventualmente necessitem.
O meu mail: aalvesmd@gmail.com
quarta-feira, 7 de março de 2012
EXPOSIÇÃO "A RAPA DAS BESTAS" - FOTO 20
Terminou a rapa.O "aloitador" provávelmente já estará a pensar que terá que esperar um ano para voltar a lutar e a conviver com estes cavalos que são a sua paixão.
terça-feira, 6 de março de 2012
EXPOSIÇÃO "A RAPA DAS BESTAS" - FOTO 19
Esta foto era incontornável na exposição ou não fosse ela a verdadeira razão da existência da rapa das bestas: o corte das crinas
segunda-feira, 5 de março de 2012
EXPOSIÇÃO "A RAPA DAS BESTAS" - FOTO 18
Dominado o cavalo é hora de um pequeno descanso apoiado carinhosamente no dorso destes cavalos de que tanto gostam os "aloitadores"
domingo, 4 de março de 2012
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